....a escuridão apoderou-se de todo este vazio, a luz que fazia o meu rosto brilhar trancou-se para sempre naquela porta manchada de dor...e para alem dela não existe espaço para voltar atrás....quanto tempo mais vais suster a respiração para que as palavras se percam sem nunca deixares que o sonho se torne real? As alternativas para fazer mudar aquele pedaço de terra no qual sentimos vida a muito k se dissiparam no vazio de um sonho opaco...os meus pensamentos divagavam enquanto olhava atentamente gotas de chuva chocar de forma violenta na vidraça antiga...havia uma névoa que cobria parte daquele lugar...fria...pálida...e tão descontrolada que parecia apoderar-se do meu corpo fazendo.o gelar também... Um cadeirão corroído por memórias, vermelho gasto...estático junto a janela sobre o soalho enrugado e negro...as paredes eram cobertas de uma cor creme suja, manchada por vários anos de solidão...uma pequena mesa de carvalho estava junto a um dos cantos daquele desconfortável quarto....tão desconfortável que para mim se tornara acolhedor...um telefone que se camuflava na cor da parede encontrava-se suspenso na pequena mesa de carvalho...havia também uma estante com livros que pareciam ter apodrecido ali...como se algum autor tivesse escrito apenas para ele aquelas centenas de paginas com aventuras fantásticas, onde o rumo da historia era conduzido ate um final feliz.... Não no meu mundo... A chuva continuava a cair...La fora um cinzento numa mistura pastosa de azuis tinha sido pintada pelo mês de Novembro... Em meu redor não havia mais nada alem da cama que também não destoava da parede suja... No dia seguinte completavam-se dois meses da minha estadia na podridão negra de um quarto alugado a um inquilino com ar de guerreiro viking...decerto também ele morava sozinho...estava sempre bêbado e nunca pronunciava corretamente uma frase... Não conseguia recordar-me do porque e como teria chegado ali...a minha cabeça fervia em memórias descoordenadas como um baralho de cartas atirado ao chão... Estava cansado...cansado de mentir a mim mesmo...de desenterrar o passado quando o presente se tornara tão amargo... Arrastei-me por entre os pensamentos que queimaram a alma que tinha um dia ocupado o meu corpo e deixei as cinzas percorrer o meu sangue junto a cama onde tropecei nas minhas memórias ate adormecer..... Num pesadelo nada divide o passado do presente...os dois tempos são um fragmento conjunto de medos irracionais, como pedaços partidos de um espelho...não existem simetrias, e onde quer que estejamos nunca nos sentimos em casa...
Pisava levemente a folhagem fresca da manha, no encalço do caminho, que percorria deslumbrado pela paisagem, que tantas vezes tinha visto mas que sempre me fascinara...um cinzento tenue cobria o ceu tocando depois no solo... Um manto branco estendia-se ate perder de vista pintando um quadro acolhedor de inverno...pequenos passaros esvoaçavam entre os ramos das arvores tentando evitar a neve, para tras deixava a floresta de Valley... O caminho cruzava as ruinas de um velho moinho, abandonado, desfeito em memorias levadas pelo vento...memorias...
Eu vou explicar te :p Apesar de tu saberes... O meu álbum chamava se 1+1=2 :P Entretanto veio o lulu com a mania dizer me que eu era um nome parvo, então eu alterei e coloquei no nome do álbum "o luís é parvo" Ficou mais giro e mais didáctico xD
e pa por acaso nao. mas se calhar pro ano vou vender o preto. o vermelho nao o vendo. pra ja nao vendo nenhum ate pk nao sei se ja deste conta eu nao tou em portugal. e so kuando ai for e ke o vendo... mas esses carros arranjam-se bem... aki ha mt a venda. menino ptt bem
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